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Dependência Química

A maioria das pessoas usuárias de drogas usa por curiosidade e as utilizam uma vez ou outra. Muitas passam a usá-las de vez em quando, sem maiores conseqüências. Apenas um grupo menor passa a usar drogas de forma intensa com conseqüências prejudiciais. Isso sim caracteriza um dependente químico.

A dependência química nada mais é que um impulso psíquico que leva as pessoas a usarem drogas com certa freqüência para obter prazer ou aliviar tensões, ansiedades, medos e sensações físicas desagradáveis etc.

O dependente químico não consegue controlar o consumo de drogas, agindo de forma impulsiva e repetitiva, tendo dificuldade de largá-las, pois o organismo se acostumou com a substância e sua ausência provoca a chamada síndrome da abstinência, isto por que a pessoa se acostumou a viver sob os efeitos da droga. (Nesse caso, procure ajuda em uma clínica para dependentes químicos).

No início do uso da droga, as pessoas sentem prazer, a droga dá a sensação de "estar solto" e proporciona alívio imediato sobre os desgostos e irritações que as pessoas sentem. A impressão é que ela traz bem estar, fornece ao homem três níveis básicos de satisfação: poder, prestígio, sexo. Tudo parece muito bom, muito fácil, o problema aparece realmente quando o efeito da droga passa.

Os problemas são muito maiores que as boas sensações proporcionadas pela dependência química. Conforme a pessoa vai se tornando dependente químico, os primeiros sinais são as perdas materiais para sustentar o vício, as perdas moral e legal, pois a pessoa começa a perder a confiança dos familiares e amigos que já percebem que existe algo de errado, além de cometer roubos pelo desespero de manter o vício, mas as maiores perdas são as psíquico/físicas. Uma mente torturada pelas drogas se desgasta rapidamente.

Saiba mais sobre a Dependência Química
 

»» Dependência Química | Drogas
»» Dependência Química | Classificação das Drogas
»» Dependência Química | Anfetaminas
»» Dependência Química | Ansiolíticos
»» Dependência Química | Cocaína    
»» Dependência Química | Crack
»» Dependência Química | Ecstasy
»» Dependência Química | Heroína
»» Dependência Química | LSD
»» Dependência Química | Maconha
 

» Dependência Química | Drogas
O uso de drogas pela humanidade existe há mais de 4 mil anos. Os egípcios relatavam o uso de opiáceos e maconha.

A droga é qualquer substância capaz de trazer alterações no funcionamento do organismo de um ser vivo, resultando em mudanças físicas e comportamentais. Podem ser substâncias químicas de origem sintética, quando processadas industrialmente, ou natural, quando extraídas em altas concentrações a partir de órgãos vegetais (as folhas), ou de substâncias provenientes de secreção animal ou de estruturas fúngicas.

Essa capacidade de alterar os estados mentais ou psíquicos caracteriza as drogas psicotrópicas, que agem no cérebro e provocam mudanças nas sensações, nos pensamentos e comportamentos do usuário. As alterações referidas podem ser causadas por qualquer tipo de droga, porém, cada substância provoca uma reação diferente no organismo do dependente químico.

Não é apenas uma família desestruturada que pode gerar um dependente químico, como muitos acreditam. Estudos revelam que qualquer um pode se tornar dependente químico, basta ter genericamente o fator "X", uma "alergia" aliada a uma obsessão mental. Ingerir determinada substância encontrada no álcool, nas drogas, nas folhas, nas ervas e em determinados remédios desencadeia a compulsão e a obsessão, que a leva o dependente químico a ingerir cada vez mais essas "drogas". As pessoas não conseguem se controlar, e essas substâncias os levam a ter atitudes que normalmente não teriam.

Pessoas que não tem este fator "X" conseguem parar a hora que quiser. Ao contrário do dependente químico, que ultrapassa a faixa da normalidade que chamamos de "uso ocasional, depois o uso social, depois o uso habitual" e o último estágio da doença, o crânio. Neste último estágio só tem uma alternativa; parar de consumir qualquer substância que altere a sua mente e seu humor. Não existe mais nenhuma alternativa, ou se abstém ou morre; isto sem contar que os acontecimentos são trágicos. O maior problema é que alguns fogem do tratamento, manipulam a si mesmos e seus familiares, que, por não saber mais o que fazer, acredita em suas manipulações. São pessoas que se perdem em suas próprias identidades. São pessoas confusas, perturbadas, mas que podem ser ajudadas pelos médicos e psicólogos de uma clínica para dependentes químicos.

Faz parte da natureza do ser humano a busca pelo prazer, desenvolvendo a tendência de repetir qualquer situação que lhe ofereça essa sensação de bem-estar, de prazer ou aceitação social. A droga em um primeiro momento propicia esta sensação e é exatamente nesse momento que se estabelece a dependência química.

Aspectos Biológicos:
 
O cérebro possui um sistema de recompensa responsável pela principal fonte de liberação do neurotransmissor "dopamina". Esta substância contida nos neurônios do seguimento cerebral é responsável pelas principais vias do prazer, seja de modo natural ou através do uso de substâncias químicas.

Aspectos Psicológicos:
 
Por causar uma sensação de bem-estar no usuário, o uso de drogas pode ser erradamente associado ao alívio de tensões emocionais ou preocupações do indivíduo. Dessa forma, entende-se que a droga é capaz de propiciar um amortecimento da vivência dos problemas emocionais. Mantendo o indivíduo alheio às dificuldades que deveria enfrentar em sua vida cotidiana.
 

» Dependência Química | Classificação das Drogas
Existem três classificações básicas para as drogas de acordo com a ação, acentuada ou branda, sobre o sistema nervoso central:

Estimulantes – Aumentam a atividade cerebral. Entre as principais drogas desse grupo encontra-se a cocaína e seus derivados (o crack), anfetaminas e cafeínas.

Perturbadoras – Possui efeito alucinógeno, acelerando o funcionamento do cérebro, causando perturbações na mente do usuário. Exemplo: LSD (sintetizadas a partir do ácido lisérgico), a maconha e o haxixe (produto e subproduto extraídos da planta Cannabis sativa) e os solventes orgânicos (cola de sapateiro).

Depressoras (mais perigosas) – Diminuem a atividade cerebral, deixando os estímulos nervosos mais lentos. Exemplo: tranquilizantes produzidos por indústrias farmacêuticas (antidepressivos, soníferos e ansiolíticos), o ópio, a morfina e a heroína (extraídos da planta Papoula somniferum).

 

» Dependência Química | Anfetaminas
Caracterizadas como drogas sintéticas, foram fabricadas pela primeira vez em 1887. Quarenta anos mais tarde começou a ser usada pelos médicos para aliviar fadiga, alargar as passagens nasais e branquiais e estimular o sistema nervoso central. Em 1932, a droga foi lançada com o nome de Benzedrine, indicado como descongestionante nasal. Durante a Segunda Guerra Mundial foi utilizada pelas tropas alemãs para reforçar a resistência e eliminar a fadiga de combate.

São drogas que estimulam o sistema nervoso central, provocando aumento das capacidades físicas e psíquicas. Entre os efeitos que podem ser sentidos no corpo encontramos: dilatação da pupila, aumento da pressão sanguínea, aumento do número de batimentos cardíacos.

O controle da comercialização iniciou por volta do ano de 1970. As anfetaminas provocam dependência química e seu uso freqüente faz com que o organismo desenvolva tolerância à droga e a suspensão da mesma poderá resultar na síndrome de abstinência.

As anfetaminas são encontradas em farmácias e usadas principalmente em tratamento para emagrecer, pois inibe a fome e proporciona euforia, maior resistência e melhor concentração, porém as anfetaminas são vendidas sob prescrição médica.

 

» Dependência Química | Ansiolíticos
Ansiolíticos ou tranqüilizantes são drogas sintéticas usadas para diminuir a tensão, por essa razão são utilizadas como calmantes. São recomendadas em pequenas doses por médicos, pois em grandes quantidades afetam áreas do cérebro que controlam a ansiedade e o estado de alerta relaxando os músculos.

Uma pessoa que usa ansiolíticos por um longo período pode adquirir dependência química do medicamento. Os ansiolíticos prejudicam principalmente mulheres grávidas podendo causar má formação do feto.

A facilidade de se conseguir este medicamento em farmácias faz com que seu uso seja muito comum.

O efeito desta droga é aumentado quando consumida juntamente com álcool.

 

» Dependência Química | Cocaína
A cocaína possui efeito anestésico e seu uso excessivo pode causar vários efeitos indesejados como a dependência química, hipertensão arterial e distúrbios psiquiátricos. A produção da droga é realizada através de extração, utilizando como solventes álcalis, ácido sulfúrico, querosene entre outros.

Atua no Sistema Nervoso Central, provocando euforia, bem estar, sociabilidade. Pelo fato de nem sempre as pessoas conseguirem tais sensações naturalmente, e de forma intensa, o usuário que se permite utilizar esta substância tende a querer usar com mais freqüência.

O coração do dependente químico tende a acelerar, a pressão aumenta e a pupila se dilata. O consumo de oxigênio aumenta, mas a capacidade de captá-lo diminui. Este fator, somado as arritmias que a substância provoca, deixa o usuário pré-disposto a infartos. O uso frequente também provoca dores musculares, náuseas, calafrios e perda de apetite.

Com o passar do tempo, a cocaína tende a perder sua eficácia e tem como resultado a tolerância à droga, onde o dependente químico tende a utilizar doses mais altas buscando obter os mesmos efeitos agradáveis que conseguia no início de seu uso. Dosagens frequentes e excessivas provocam alucinações táteis, visuais e auditivas; ansiedade, delírios, agressividade, paranóia.

Este ciclo torna-o cada vez mais dependente, fazendo de tudo para conseguir a droga, resultando em problemas sérios não só em relação à sua saúde, mas também em suas relações interpessoais. Afastamento da família e amigos, e até mesmo comportamentos condenáveis, como participação de furtos ou assaltos para obter a droga são comuns. (Nesse estágio é recomendado que procure uma clínica para dependentes químicos).

Além de provocar comprometimento dos músculos esqueléticos, existem ainda os agravantes recorrentes da forma de uso. A Cocaína injetável pode provocar a contaminação por doenças infecciosas (hepatite e AIDS) e infecções locais. No caso daqueles que inalam, a cocaína provoca comprometimento do olfato, rompimento do septo nasal e complicações respiratórias, estas últimas também típicas dos fumantes, incluindo bronquite, tosse persistente e disfunções severas. Gestantes podem ter bebês natimortos, com malformações, ou comprometimento neurológico.

Romper com a droga é difícil, pois o indivíduo tende a se sentir deprimido, irritadiço, e com insônia. Assim, quando um usuário opta por deixá-la, deve receber amparo e ser incentivado. É necessária ajuda médica, tanto no processo de desintoxicação quanto tempos depois desta etapa. É ai que entra os profissionais que atuam em clínica de dependente químico.

 

» Dependência Química | Crack
Derivado da planta de coca, o crack é resultante da mistura de cocaína, bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, resultando em grãos que são fumados em cachimbos.

O surgimento se deu no início dos anos 80, o que possibilitou seu fumo foi a criação da base de coca batizada como livre.

Seu consumo é maior que o da cocaína, pois é mais barato e seus efeitos duram menos. Por ser estimulante, ocasiona a dependência química e física, levando a morte por sua ação sobre o sistema nervoso central e cardíaco.

O crack gera aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação, maior aptidão física e mental. Os efeitos psicológicos são euforia, sensação de poder e aumento da auto-estima.

A dependência química se constitui em pouco tempo no organismo. Se inalado junto com o álcool, o crack aumenta o ritmo cardíaco e a pressão arterial o que pode levar a morte.

 

» Dependência Química | Ecstasy
O ecstasy é uma substância psicoativa, é conhecida por droga de recreio ou de desenho, pois possui ação estimulante e alucinógena. Pode ser injetado, inalado e por via oral em forma de pastilhas, comprimidos, barras, cápsulas ou pó.

Age aumentando a produção e a diminuição da reabsorção da serotonina, dopamina e noradrenalina. Seus efeitos surgem após trinta minutos, atingindo estabilidade em duas horas.

Os efeitos físicos são taquicardia, aumento da pressão sanguínea, secura da boca, diminuição do apetite, dilatação das pupilas, dificuldade em caminhar, reflexos exaltados, vontade de urinar, tremores, transpiração, câimbras ou dores musculares. Quanto aos efeitos psíquicos, o ecstasy ocasiona sensação de intimidade e de proximidade com outras pessoas, aumento da comunicação, da sensualidade, euforia, despreocupação, autoconfiança e perda da noção de espaço.

Em longo prazo podem ocorrer efeitos como lesões celulares irreversíveis, depressão, paranóia, alucinação, despersonalização, ataques de pânico, perda do autocontrole, impulsividade, dificuldade de memória e de tomar decisões.

 

» Dependência Química | Heroína
Natural ou sintética, a heroína é produzida e derivada do ópio, extraído da cápsula (fruto) de algumas espécies de papoula. Como outras drogas originárias desta planta, a heroína atua sobre receptores cerebrais específicos, provocando um funcionamento brando do sistema nervoso e respiratório do dependente químico.

Sua comercialização foi proibida na década de vinte. A utilização mais frequente é a injetável, após aquecimento. Além disso, alguns usuários a inalam ou aspiram.

Seus efeitos duram aproximadamente cinco horas, proporcionando sensações de bem-estar, euforia e prazer; elevação da auto-estima e diminuição do desânimo, dor e ansiedade.

Esta droga desenvolve dependência química e tolerância rapidamente, o usuário passa a consumi-la com frequência no intuito de buscar o mesmo bem-estar provocado anteriormente, e também de fugir das sensações provocadas pela abstinência que surge aproximadamente vinte e quatro horas após seu uso, pode provocar diarréia, náuseas, vômitos, dores musculares, pânico, insônia, inquietação e taquicardia.

Constantes vômitos, diarréias e fortes dores abdominais, perda de peso, depressão, abortos espontâneos, surdez, delírio, descompassos cardíacos, incapacidade de concentração, depressão do ciclo respiratório, colapso dos vasos sanguíneos; além de problemas relacionados às interações sociais e familiares são algumas consequências que o dependente químico está sujeito, em médio prazo. Além disso, no caso de pessoas que a utilizam na forma injetável, há chance de ocorrer necrose de tecidos e de se adquirir diversas doenças, como AIDS, hepatites e pneumonias, em decorrência da utilização de seringas compartilhadas. (Mais informação entre em contato com a Casa Dia - clinica para dependentes quimicos).

 

» Dependência Química | LSD
Acrônimo de dietilamida ácido lisérgico é uma das mais potentes substâncias alucinógenas conhecidas. É conhecido por outros nomes como doce, ácido, gota, papel, microponto.

Produz grandes alterações no cérebro, atuando diretamente sobre o sistema nervoso provocando alucinações, delírios e ilusões. É uma substância sintética, produzida em laboratório, que adquiriu popularidade na década de 60, quando não era vista como algo prejudicial à saúde.

Pode ser consumida por via oral, injeção ou inalação e se apresenta em forma de barras, cápsulas, tiras de gelatina e líquida. Seu efeito dura de oito a doze horas.

Efeitos físicos: Dilatação das pupilas, sudorese, aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial, aumento da temperatura, náuseas, vômitos. Os sintomas psíquicos são alucinações auditivas e visuais, sensibilidade sensorial, confusão, pensamento desordenado, perda do controle emocional, euforia alternada com angústia, dificuldade de concentração. Os efeitos do LSD dependem do ambiente, da qualidade da droga e da personalidade do dependente químico.

Mais usado por adolescentes e jovens com o intuito de ter visões e sensações novas e coloridas, pois as formas, cheiros, cores e situações se modificam, levando o dependente químico a criar ilusões e delírios, como por exemplo, paredes que escorregam, mania de grandeza e perseguição. Pode ocorrer também um "flashback", fenômeno onde são sentidos os efeitos da droga após um período de semanas ou meses sem usá-la.

 

» Dependência Química | Maconha
Maconha ou marijuana é derivada da planta Cannabis e possui dois gêneros: macho e fêmea. É a forma mais ampla de consumo da planta e referem-se às folhas secas e às flores da planta feminina.

O THC (delta-9-tetraidrocanabinol) que serve de filtro solar para a Cannabis, pois essa é de clima desértico, possui uma propriedade curiosa: gruda em algumas moléculas das paredes dos neurônios de animais, até mesmo do homem, quando ocorre a ligação o receptor opera sutis mudanças químicas dentro da célula, mas não se sabe dizer ao certo quais são elas. Em 1992, o pesquisador israelense Ralph Mechoulam descobriu o motivo pelo qual temos esse receptor, ele serve para ligar-se à outra molécula, a mesma fabricada pelo próprio cérebro, muito semelhante ao THC. A molécula foi batizada por Rauph de anandamida. O cérebro produz uma substância com efeitos parecidos com os do THC, em doses bem menores. Não se sabe qual a finalidade da anandamida no cérebro, mas está relacionada ao controle da dor. Pelo fato de haver receptor de canabinóides em células fora do cérebro, leva a pensar que a anandamida desempenha um papel mais abrangente do que parece.

Entre as diversas formas de uso, existe o cânhamo, que é utilizado na produção de tecidos. Supostamente Cristóvão Colombo usava tecidos derivantes do cânhamo em suas velas e cordas e juntamente com as embarcações as sementes da maconha vieram. A idéia era de plantar as sementes, pois se tivesse que ser feita alguma reparação nas velas e cordas, eles teriam o material.

Existem países onde a maconha é legal, em outros ela é comercializada unicamente como remédio (auxiliando pacientes no tratamento de doenças, controlando a dor). Durante um bom tempo a maconha era comercializada com um preço insignificante o que torna muito fácil o acesso à droga. Vários países tentaram mais nenhum conseguiu erradicar a maconha de seu território.

O efeito causado pela maconha em pessoas que a fuma é variado e estão intimamente ligados à dose utilizada, concentração de THC na erva consumida e reação do organismo do dependente químico com a presença da droga.

Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e taquicardia. Com o uso contínuo, alguns órgãos, como o pulmão, passam a ser afetados. Devido à contínua exposição com a fumaça tóxica da droga, o sistema respiratório do dependente químico começa a apresentar problemas como bronquite e perda da capacidade respiratória. Além disso, por absorver uma quantidade considerável de alcatrão presente na fumaça de maconha, os usuários da droga estão mais sujeitos a desenvolver o câncer de pulmão.

O consumo da maconha também diminui a produção de testosterona. Portanto, com a diminuição da quantidade de testosterona, o dependente químico homem que consome continuamente a maconha apresenta uma capacidade reprodutiva menor.

Os efeitos psíquicos são variados, a sua manifestação depende do organismo e das características da erva consumida. As sensações mais comuns são bem-estar inicial, relaxamento, calma e vontade de rir. Pode-se sentir angústia, desespero, pânico e letargia. Ocorre ainda uma perda da noção do tempo e espaço além de um prejuízo na memória e latente falta de atenção.

Em longo prazo o consumo de maconha pode reduzir a capacidade de aprendizado e memorização, além de passar a apresentar uma falta de motivação para desempenhar as tarefas mais simples do cotidiano. (Dúvidas e mais informações consulte a Casa Dia, clinica para dependentes químicos).






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